quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Desespero pela Cura do Autismo

Os diagnósticos evoluíram, mas são poucos os tratamentos eficazes. Pais recorrem a terapias alternativas suspeitas e, com frequência, arriscadas
por Nancy Shute
QUANDO SE DIAGNOSTICOU AUTISMO em Benjamin, seu primogênito, Jim Laidler e sua esposa começaram a buscar ajuda. “Os neurologistas diziam: 'Não sabemos as razões para o autismo nem quais serão as consequências para seu filho'”, relata Laidler. “Ninguém dizia: 'Essas são as causas; esses, os tratamentos'.”
Mas, ao pesquisarem na internet, os Laidlers, moradores de Portland, no estado americano de Oregon, encontraram dúzias de tratamentos “biomédicos” que prometiam amenizar ou mesmo curar a incapacidade de Benjamin de falar, interagir socialmente ou controlar seus movimentos. E, assim, os Laidlers testaram essas terapias em seus fi lhos; começaram com vitamina B6 e magnésio, dimetilglicina e trimetilglicina – suplementos nutricionais –, vitamina A, dietas livres de glúten e caseína, secretina – hormônio envolvido na digestão – e quelação, terapia medicamentosa destinada a eliminar chumbo e mercúrio presentes no organismo. Aplicaram esses supostos tratamentos a David, irmão caçula de Benjamim, também diagnosticado com autismo. A quelação não pareceu ser de muita ajuda. Foi difícil perceber qualquer efeito decorrente da secretina. As dietas trouxeram esperança; para onde fossem, os Laidlers carregavam a própria comida. E Papai e Mamãe continuaram a alimentar os garotos com inúmeros suplementos, modifi cando as doses de acordo com cada alteração comportamental.
O primeiro sinal de fracasso dessas experiências veio quando a mulher de Laidler, cada vez mais cética, interrompeu a administração dos suplementos a Benjamin. Ela esperou dois meses para revelar esse segredo ao marido. Seu silêncio chegou ao fi m quando Benjamin, em uma viagem da família à Disneylândia, pegou um waffl e de cima de um bufê e o devorou. Os pais observaram a cena horrorizados, convencidos de que o garoto teria uma regressão do quadro no mesmo instante em que sua dieta restrita fosse interrompida. Mas isso não aconteceu.
Jim Laidler tinha o dever de saber disso: é anestesista. Desde o começo, estava ciente de que os tratamentos usados em seus fi lhos não passaram por testes clínicos aleatórios,
o padrão-ouro para terapias médicas. “No princípio, tentei resistir”, justifi ca. Mas a esperança venceu o ceticismo.
Todos os anos, centenas de milhares de pais sucumbem à mesma tentação de encontrar algo capaz de aliviar os sintomas de seus sofridos fi lhos e fi lhas: ausência de fala ou comunicação, interações sociais ineptas, comportamentos repetitivos ou restritos, como bater palmas ou fi xar-se em um objeto. De acordo com alguns estudos, quase 75% das crianças autistas recebem tratamentos “alternativos” não desenvolvidos pela medicina convencional. Além disso, essas terapias frequentemente são enganosas; não passam por testes de segurança ou efi cácia, podem ser caras e, em alguns casos, produzir danos.

Nancy Shute Nancy Shute cobre as áreas de neurociência e saúde infantil há mais de 20 anos. É editora colaboradora do U.S. News & World Report, para o qual escreve o blog On Parenting.

 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Julia Balducci, autista e cineastra -Jornal Hoje em dia

CURSO Desmistificando o Autismo

O curso é destinado a professores de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Ensino Profissionalizante, equipes técnicas e demais interessados. Para conseguir a certificação, o professor precisará ter concluído, ao menos, 75% das atividades e entregar o Atividades de Conclusão de Curso (ACC).

Os interessados deverão se inscrever pelo link
http://ead.guaruja.sp.gov.br ou pelo site da Prefeitura www.guaruja.sp.gov.br, no link Ensino à Distância. Vale lembrar que as inscrições com os dados incompletos não serão aceitas. Outras informações pelo e-mail educa.ead.guaruja@gmail.com ou pelo telefone 3342-6361.

O curso – O objetivo é apresentar uma visão geral do autismo, bem como desmistificar várias crenças sobre a patologia, explicando as causas do comportamento singular das crianças com autismo e levando o educador a conhecer e refletir sobre as características dessa disfunção global do desenvolvimento, que altera a capacidade de comunicação, da interação social e do comportamento do indivíduo.

Para a coordenadora do Programa de Atendimento a Alunos com Autismo Infantil, Tânia Schumacher, a iniciativa facilitará a interação entre professor e aluno. "Os professores conseguirão entender melhor o universo dessa criança que apresenta características diferenciadas e ajudar em seu desenvolvimento", explica.

Fonte: http://emanoelefreitas.blogspot.com/2011/08/curso-distancia-desmitificando-o.html?spref=fb

Documentario Entendendo o Autismo



Entendendo o Autismo exibido há um tempo atrás pela GNT, eu editei e coloquei no youtube. Tem a participação de Wendy Lawson, autista, assistente social, mãe de quatro filhos, dona de uma pousada para pessoas com autismo e suas famílias, embora pequena a participação dela faz diferença no vídeo.

Fonte Fausta Cristina

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Reunião dos Representantes dos Autistas com o Ministro de saúde




Sede oficial: Av. Sucupira – Instituto de Saúde Mental- Riacho Fundo 1- Brasília-DF- CEP.71825-300
Fone: (61) 3399-4555 –
www.autismo.org.br
Sede da Presidência: Rua do Lavapés, 1123 Cambuci 01519-000 São Paulo – SP
Fone: (11) 3376-4400 – Fax: (11) 3376-4403 -
marisa@ama.org.br

São Paulo, 3 de Abril de 2011
A Sua Excelência Senhor Ministro Alexandre Padilha
Ministro da Saúde
Excelentíssimo Senhor,
Em primeiro lugar agradecemos a deferência de ter- recebido a Associação Brasileira de Autismo
ABRA em audiência no Ministério da Saúde em São Paulo, no dia 2 de Abril, data em que se
comemora o “Dia Mundial de Consciência do Autismo”.
Agradecemos também por ter iluminado o Ministério da Saúde em azul em homenagem às pessoas
com autismo e de ter participado junto conosco, pais, amigos e pessoas com autismo, da primeira
caminhada pelo autismo em São Paulo.
Estamos certos de que esta data representará anualmente, de hoje em diante, um marco de reflexões
e avanços em prol das crianças, jovens e adultos com autismo e seus familiares, em nosso país.
Sabemos que é de seu conhecimento, a inexistência de capacitação, na maioria das Faculdades de
Medicina, em diagnóstico do autismo e a escassez de tratamentos especializados em todo o território
Nacional e que isto traz como conseqüência direta, perdas irreparáveis no desenvolvimento das
crianças com autismo e dor e incapacitação a seus familiares.
Por isto, a nossa satisfação ao sermos ouvidos e ao tomar conhecimento de que este Governo iniciará
um processo de atenção às pessoas com autismo através das seguintes ações:
1. Realização de uma campanha Nacional informativa sobre o autismo para médicos, terapeutas
e familiares, auxiliando diagnóstico, tratamento e convivência.
2. Inclusão de informações referentes ao autismo no Cartão da Criança.
3. Elaboração por parte do Governo em parceria com as Associações de Pais de um protocolo
de diagnostico e tratamento do autismo para a rede publica.
4. Criação de Centros de Referencia em autismo em pontos estratégicos do país.
5. Realização de estudos da prevalência do autismo em nosso país.
6. Criação de um ponto de apoio para Telemedicina na AMA de São Paulo e
7. Criação e atualização constante de uma lista de profissionais que trabalham com autismo em
nosso país.
Sabemos que estes passos demandam recursos e tempo e como o tempo é o bem mais precioso para
o desenvolvimento de uma criança, pedimos que estas ações sejam iniciadas o mais breve possível,
esperando que na Assembléia Geral das Nações Unidas o Brasil possa mostrar avanços.
Agradecemos antecipadamente colocando-nos a seu dispor para tudo que estiver a nosso alcance.
Atenciosamente,
Marisa Furia Silva
Presidente da ABRA Associação Brasileira de Autismo

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

PL em beneficios dos Autistas de MG

Fonte:  Minas Gerais de 25.02.2011  Texto capturado em:  www.iof.mg.gov.br   Acesso em: 25/02/2011

  PROJETO DE LEI Nº 377/2011
(Ex-Projeto de Lei nº 652/2007)
     A Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais decreta:
     CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º – O deficiente mental moderado a grave ou autista tem direito à atenção médica e psicossocial, tratamento físico, mental e psicológico exigidos para o seu caso, como também à educação, capacitação profissional, reabilitação e atendimento especializado que lhe permitam desenvolver ao máximo suas aptidões e possibilidades.
     Art. 2º - O Estado deverá realizar campanha de esclarecimento à população sobre a deficiência mental moderada a grave e o autismo, por meio da mídia e outros veículos de divulgação, tais como cartazes, “folders”, DVDs, cartilhas, palestras e fóruns, informando os locais de atendimento especializado a essas pessoas.
     Art. 3º – O Estado deverá manter em todas as unidades educacionais e de atenção à saúde números de telefones para recebimento de denúncias de maus tratos, negligência, mau atendimento ou de recusa de atendimento do deficiente mental moderado a grave ou autista na rede de assistência e na rede de ensino, bem como para esclarecimento de dúvidas relativas ao assunto.
     CAPÍTULO II DA EDUCAÇÃO Art. 4º – O Estado deverá constituir equipes multidisciplinares e interdisciplinares de saúde, por meio da Secretaria de Estado da Educação, para realizar os diagnósticos dos alunos com deficiência, condutas típicas ou com transtornos mentais associados, antes de sua inclusão no sistema escolar, visando avaliar se será adequado incluí-los na rede regular de ensino ou em serviços de educação especial.
     Art. 5º – Ficam as instituições de ensino regular obrigadas a possuir em seus quadros funcionais psicopedagogos e pessoal especializados no atendimento às pessoas portadoras de necessidades especiais de que trata esta lei.
     Parágrafo único – A pessoa portadora de deficiência mental moderada a grave ou autismo que freqüentar escola regular terá os mesmos direitos e as mesmas prerrogativas daqueles que estudam em escolas especiais.
     Art. 6º – O Estado deverá promover o treinamento e a capacitação dos profissionais que atuam na rede de ensino público, a fim de que possam oferecer atendimento adequado aos portadoras de deficiência mental moderada a grave ou autismo.
     CAPÍTULO III DA SAÚDE Art. 7º – É obrigação do Estado manter, em diversas regiões do seu território, unidades específicas para atendimento integrado de saúde às pessoas portadoras de deficiência mental moderada a grave ou autismo, seja por convênio, seja por meio de parcerias com a iniciativa privada, dissociadas das unidades com finalidade de atender às pessoas com doença mental.
     § 1º – As unidades específicas a que se refere o “caput” deste artigo deverão oferecer tratamento especializado e multidisciplinar nas áreas de comunicação, aprendizado, psicoterapia comportamental, psicofarmacologia, capacitação motora e diagnósticos físico e mental periódicos.
     § 2º - Os recursos necessários para o funcionamento dos serviços apresentados nesta lei serão provenientes do Sistema Único de Saúde, nos termos da Portaria/GM nº 1.635, de 12 de setembro de 2002, do Ministério da Saúde, entre outras fontes disponíveis e passíveis de investimentos nesta área de atendimento.
     Art. 8º – O Governo deverá disponibilizar tratamento especializado e específico para pessoas portadoras de deficiência mental moderada a grave ou autismo, independentemente de idade, incluindo:
     I – a realização de exames e testes específicos para o diagnóstico precoce da deficiência mental moderada a grave ou autismo, nas unidades da rede hospitalar e ambulatorial pública estadual e nas unidades privadas conveniadas com o Estado, como parte do procedimento técnico de atendimento e assistência, a fim de possibilitar uma intervenção eficaz na adaptação e no ensino dessas pessoas portadoras de necessidades especiais;
     II – a capacitação de profissionais para cuidados com a pessoa portadora de deficiência mental moderada a grave ou autismo, para que o atendimento seja rápido e eficaz;
     III – o tratamento em tempo integral de pessoas portadoras de deficiência mental moderada a grave ou autismo em unidades especializadas e adequadas, sejam estas públicas, sejam instituídas por meio de convênios ou parcerias com a iniciativa privada, devendo estas zelar pela manutenção dos vínculos familiares;
     IV – a implantação de unidades de urgência e emergência de prontosocorro para o atendimento exclusivo às pessoas portadoras de deficiência mental moderada a grave ou autismo, garantindoo transporte do paciente em ambulância e a sua permanência acompanhada.
     V – implantação de serviços especializados no atendimento à saúde do deficiente mental moderado a grave ou autista, em regime de hospital- dia e hospital-noite, que permitam acolher os usuários que necessitem de atendimento em tempo integral.
     CAPÍTULO IV DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Art. 9º – Fica criado o Cadastro Estadual de Pessoas Portadoras de Autismo e outro Transtorno de Desenvolvimento – Ceppa.
     Parágrafo único – As pessoas cadastradas no Ceppa serão incluídas no Programa de Distribuição de Medicamentos de Alto Custo do Ministério da Saúde e em convênios para distribuição de medicamentos indicados para transtornos globais do desenvolvimento e suas comorbidades, por meio da Secretaria de Estado de Saúde.
     Art. 10 – É dever do Estado possibilitar o transporte coletivo específico ou individual de pessoas portadoras de deficiência mental moderada a grave ou autismo, com vistas às suas necessidades de ensino ou assistência à saúde, por meio de transporte de massa ou ambulâncias específicas.
     Parágrafo único – O veículo em que estiver sendo conduzida pessoa portadora de deficiência mental moderada a grave ou autismo poderá utilizar as vagas especiais de estacionamento reservadas às pessoas com deficiência.
     Art. 11 – As entidades, governamentais ou não, de atendimento à pessoa portadora de deficiência mental moderada a grave ou autismo, bem como de outros transtornos globais de desenvolvimento, para efeito de convênio ou parcerias devem preencher os seguintes requisitos:
     I – estar regularmente constituídas e apresentar objetivos estatutários e plano de trabalho compatíveis com esta lei e com as finalidades da respectiva área de atuação;
     II – oferecer instalações físicas em condições adequadas de habitabilidade, salubridade e segurança, de acordo com as normas previstas em lei.
     Art. 12 – Constitui obrigação das entidades destinadas ao tratamento em tempo integral de acolhimento ou de longa permanência para efeito de convênio e parceria com o Estado:
     I – oferecer atendimento personalizado, especialmente sob a forma de residências semelhantes aos lares e ao ambiente familiar das pessoas que forem acolhidas;
     II – promover atividades educacionais, esportivas, culturais e de lazer, podendo fazê-las por meio de articulação com entidades governamentais ou não governamentais;
     III – comunicar à autoridade competente de saúde toda ocorrência de doenças infecto-contagiosas;
     IV – comunicar ao Ministério Público, para as providências cabíveis, a situação de abandono moral ou material por parte dos familiares;
     V – manter quadro de profissionais habilitados;
     VI – manter identificação externa visível;
     VII – manter arquivo de anotações onde constem data e circunstâncias do atendimento, nome da pessoa atendida, responsável, parentes, endereços, relação de pertences, telefones de contato dos responsáveis e demais dados que possibilitem sua identificação e a individualização do atendimento;
     VIII – garantir o livre acesso dos pais ou responsáveis legais às suas instalações;
     IX – oferecer acomodações apropriadas para o recebimento de visitas;
     X – afixar, em local visível, cópia desta lei, bem como de números de telefones para receber denúncias em casos de mau atendimento, irregularidades ou maus tratos.
     Parágrafo único – O dirigente da instituição responderá civil e criminalmente pelos atos que praticar em detrimento da pessoa atendida, sem prejuízo das sanções administrativas cabíveis.
     Art. 13 – Por serem os serviços prestados em parceria ou com financiamento do Estado, impõe-se a garantia do recebimento de recursos compatíveis com o custeio do atendimento e a celebração do contrato escrito de prestação de serviço com a pessoa atendida ou com seu responsável, tutor, curador ou familiar responsável.
     CAPÍTULO V DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 14 – Fica proibido o estabelecimento de idade para a concessão de qualquer tipo de benefício a que faz jus o deficiente mental moderado a grave ou autista.
     Art. 15 – Os recursos necessários para a consecução das obrigações contidas nesta lei deverão ser previstos e garantidos em dotações específicas da Lei Orçamentária.
     Art. 16 – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
     
Sala das Reuniões, 23 de fevereiro de 2011.
Célio Moreira
      - Publicado, vai o projeto às Comissões de Justiça, de Saúde e de Fiscalização Financeira para parecer, nos termos do art. 188, c/c o art.102, do Regimento Interno.

sábado, 20 de agosto de 2011

Caes Especiais - Ajuda Menina Autista

Projeto prevê Política Estadual para pessoas com autismo

O deputado estadual Catarina Paladini (PSB) protocolou esta semana na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 276/2011, que dispõe sobre a condição das pessoas com diagnóstico de autismo e cria uma política estadual de atendimento específico no estado do Rio Grande do Sul. Conforme o projeto, considera-se reconhecida como portadora de deficiência a pessoa com diagnóstico de autismo e institui-se a criação de centros de atendimento especializado de saúde e educação em diversas regiões do território gaúcho. “Embora o número de diagnósticos de autismo estejam aumentando em todo o país, nosso Estado ainda possui um déficit no que diz respeito ao tratamento destes casos”, explica Catarina Paladini.

Ao justificar o projeto, o deputado afirma que atualmente existe um considerável número de associações civis organizadas para orientar e prestar assistência aos autistas e suas famílias, porém o Estado não oferece o devido suporte para essas pessoas. “Não adianta falarmos de inclusão sem propormos alternativas concretas para esta parcela da população”, afirma o parlamentar. O projeto de lei prevê, ainda, que a rede estadual de ensino disponibilize funcionários com especialização em atendimento a autistas.

Propostas
Histórica reivindicação das organizações ligadas aos autistas, os centros de atendimento integrado previstos no projeto de lei 276/2011 deverão disponibilizar tratamento especializado em diversas áreas, como fonoaudiologia, pedagogia especializada, psicofarmacologia e capacitação motora. Também está previsto no projeto o incentivo do Estado à pesquisas e projetos acadêmicos  sobre o tema, produzidos pelas universidades gaúchas. “Esperamos, agora, que o parlamento gaúcho tenha a sensibilidade de avaliar a importância do assunto e, consequentemente, melhorar a vida destas pessoas”, conclui Catarina Paladini.

 Fonte: Diario Popular

#oBRASILprecisaCONHECERoAUTISMO

09/08/2011 12h59 - Parentes de autistas se unem na luta pelo reconhecimento e a inclusão

Representantes do grupo participaram da gravação do show de Jobson

Inês Cristina Cardoso é tia de um autista e faz parte de um grupo de mães independentes que estão lutando pelo reconhecimento e pela inclusão dos portadores dessa disfunção no Brasil. No dia do show que Jobson Maia gravou para ser exibido no Criança Esperança, algumas dessas mulheres foram até lá para apoiar o autista que tem uma bela história de superação e também para chamar a atenção para as diversas dificuldades que familiares encontram durante o desenvolvimento do autista.
Mais informações sobre a Associação Brasileira de Autismo, a ABRA, no site www.autismo.org.br . Ou através do telefone (11) 3376-4406.

Informações sobre o autismo e atendimento a famílias e pessoas portadoras da disfunção são encontradas na Associação de Amigos do Autista, a AMA. A associação fundada em 1983 foi a primeira no Brasil a trabalhar com o assunto. No site também é possível encontrar artigos sobre o Autismo, além de vídeos e guias práticos.

Criança Esperança filma a história de Jobson, um autista salvo pela música

26/07/2011 15h39 - Atualizado em 26/07/2011 17h55

A história do músico que tinha dificuldade para se comunicar e hoje faz cover de Roberto Carlos vai ser mostrada no show apresentado em agosto.

O diretor Emerson Muzeli conversa com Ademilson e Lourdes, pais de Jobson Maia (Foto: Christina Fuscaldo) Emerson Muzeli conversa com Ademilson e
Lourdes (Foto: Christina Fuscaldo)
“Quando fiz o primeiro filme para o Criança Esperança, senti que algo mudou em minha vida. Senti que alguém tentava me dizer algo, mas não com palavras, com gestos ou coisas de televisão. Demorou um tempo para eu entender. Eu, que trabalho em um veículo de comunicação que fala para o mundo inteiro, perguntei a mim mesmo: por que eu? E, nesse momento, a gente sempre faz a mesma pergunta. Por que nós? Por que aqui em Natal? Por que aqui com vocês? Talvez a gente nunca saiba responder. Mas sabe que é porque vocês são pessoas especiais. O importante é que estamos aqui para ouvir o que vocês têm a dizer de mais íntimo. Vamos entender a história do Jobson, sabendo que essas palavras vão para o ouvido de outros pais. Respeitamos muito vocês e estamos muito agradecidos.”
Foi com essas palavras de carinho e conforto que o diretor Emerson Muzeli deu início à entrevista com os pais de Jobson Maia, um autista que foi salvo pelo amor e pela música de Roberto Carlos. Ademilson e Lourdes receberam em sua casa, em Natal, a equipe do Criança Esperança que está viajando por todas as regiões do Brasil, para contar e reconstruir a história de superação da família Maia. Além das conversas com o casal, foram registradas na capital do Rio Grande do Norte cenas que retratam diversas fases da vida do personagem principal, com direito a atores locais e um show no Teatro Alberto Maranhão para fechar o filme com chave de ouro.
Atores que representaram Jobson na infância e na adolescência (Foto: Christina Fuscaldo)Atores que representaram Jobson na infância e
na adolescência (Foto: Christina Fuscaldo)
“Participar do Criança Esperança era um sonho que eu tinha. Gravei muitas cenas que representam a história da minha vida atual e também de antigamente. O ator mirim representou minha infância. Me deixou um pouco emocionado. No show, canto muitas músicas bonitas de Roberto Carlos. Minha paixão por ele começou aos três anos de idade, quando ouvi pela primeira vez e fui aumentar o volume para ouvir melhor. Fiz pesquisas por discos, revistas, livros, tudo. A música me ajudou a superar as barreiras”, disse Jobson entre uma cena e outra.
O momento em que o menino gira o botão do rádio do carro do pai para ouvir Roberto Carlos é um dos pontos altos da vida da família Maia e do vídeo dirigido por Muzeli. Jobson nasceu em 1978, mas ele, o pai e a mãe levaram três anos numa peregrinação de médico em médico para descobrir porque o filho não falava, andava ou respondia a estímulos. Pouca gente sabia o que era autismo.
“Muita gente dizia que estávamos gastando dinheiro e que aquilo não tinha cura. Mas a fé da gente era maior do que o que o povo estava falando”, contou dona Lourdes.
Companheira no dia a dia de Jobson, a mãe passou por muito constrangimento e humilhação nas ruas de Natal. Lourdes se emocionou ao lembrar do momento em que um senhor, dentro de um ônibus no qual o menino não queria entrar nem sair, colocou a mão em Jobson e disse: “Seu filho vai ser curado.”
Cena em que Jobson Maia criança aumenta o som do carro para ouvir Roberto Carlos (Foto: Christina Fuscaldo)Cena em que Jobson Maia criança aumenta o
som do carro (Foto: Christina Fuscaldo)
“Aquele momento foi muito forte. Normalmente as pessoas ignoravam, porque não entendiam. Quem conviveu mais com as pessoas xingando fui eu”, desabafou.
Ademilson lembrou da dificuldade que era para encontrar escola que aceitasse Jobson como aluno. O pai chegou a entrar em sala para pedir compreensão e solidariedade aos coleguinhas do seu filho e precisou falar o que muitas diretoras preferem não ouvir. Certa vez, ao receber uma negativa dentro de uma instituição de ensino católica, questionou se a diretora era mesmo uma representante de Deus. E olha que fé é a palavra de ordem dos religiosos Maia.
“Vontade de bater nos outros, eu não tinha porque minha dimensão de amor é muito grande. Gritei muitas vezes (para desabafar). Chamavam Jobson de louco, mas isso jamais nos impediu de levá-lo a todos os lugares”, disse Ademilson. “Nos colégios era assim, como também nos restaurantes e nas praças. A gente começou a ter medo de tudo. Aí é que veio a reação de querermos transformar isso.”
Jobson Maia é filmado entrando em um dos sebos que frequenta (Foto: Christina Fuscaldo)Jobson Maia é filmado entrando em um dos
sebos que frequenta (Foto: Christina Fuscaldo)
Ademilson e Loudes investiram no tratamento de Jobson e estimularam sua paixão pela música. O menino ganhou um violão e, mais velho um pouco, conquistou o teclado, equipamento necessário para seus shows. Jobson estudou música, passou a sair sozinho para fazer pesquisas em sebos e, hoje, não está mais “em outro mundo”, como costumam dizer que vivem os autistas. Jobson conversa, conta casos, lembra de detalhes de diversos discos e faz shows de uma hora só com sucessos de Roberto Carlos. A música que conduz toda essa história, e mais detalhes sobre ela, você vai ver no show do Criança Esperança, no dia 20 de agosto.

domingo, 14 de agosto de 2011

Autismo e Divorcio

                                                          Autismo e DivórcioA chegada de um diagnóstico de autismo é sempre um duro golpe para os casais, eficaz em muitos casos, devastador.

E que cria a sensação de que uma alta porcentagem de casais que têm filhos com autismo estão condenados ao divórcio. Eu mesmo estava convencido de que os dados eram verdadeiros embaralhadas da ordem de 75 a 80% de divórcios. Um valor elevado de fato, e em 2008 escreveu sobre isso no artigo "Como os impactos de uma criança com ASD dentro de uma família?". Mas a verdade é que nos últimos anos eu conheci muitas famílias que têm crianças com ASD, e esse número era tão alto era verdade.
Na verdade, parecia que a taxa de divórcio foi extremamente semelhantes entre os casais que tiveram filhos com algum tipo de diversidade funcional ou aqueles com crianças "neurotypical".
Mas não foi até uma recente conversa com um advogado especializado em família, este novo despertou minha curiosidade. Segundo o advogado, ele não viu uma diferença substancial nos casos em que sua empresa tinha tido ao longo dos últimos dez anos. E conduzido por esta curiosidade, comecei a fazer uma pesquisa sobre este assunto em particular, embora quando eu estava quase desistir, um do Jornal de parceiro autismo me deu a informação que eu estava procurando. Ele veio de mãos dadas - não! - Um artigo de Nancy Shute.
Para aqueles não familiarizados com Nancy Shute itens, recomendamos que você adicionar aos seus favoritos textos Nancy.
Dr. Brian Freedman, deve ser exatamente a mesma questão, e por causa deste estudo específico começou. Dr. Brian Freedman, diretor do "Centro de autismo e desordens relacionadas no Kennedy Krieger Institute", apresentado 19 de maio de 2010 os resultados deste estudo, que eu entendo é para quebrar uma lenda urbana sobre a relação causal entre o autismo
e divórcio.
O relatório é baseado na Pesquisa Nacional de Saúde Infantil de 2007, que entrevistou 77.911 famílias com crianças de 3 a 17 anos. E o resultado não deixa dúvidas. Nas famílias em que pelo menos uma criança tinha autismo, 64% das crianças viviam com ambos os pais. Em famílias afetadas pelo autismo, 65% viviam em uma casa com ambos os pais.
! Apenas uma diferença de 1%!
Esta é uma boa notícia, mas não significa a vida é fácil para pais de crianças com transtorno do espectro do autismo. Para a maioria das famílias, gestão da saúde e tratamento de crianças é uma enorme quantidade de tempo e dinheiro. "Apesar de sabermos estressores rosto", diz Freedman, "mas eles são bastante resistente", Freedman pretende continuar estudando essas famílias para compreender o que os pais de crianças com autismo estão fazendo para gerir a sua relação com o sucesso, apesar tensão, e compartilhar conhecimento com todas as famílias. Apesar do estudo de Freedman não aborda o diagnóstico ou o tratamento, é precisamente o tipo de informações as famílias necessitam.
 
 

Neves Implanta 10 salas de Recursos!!

Em parceria com o Governo Federal – MEC, a prefeitura está implantando no município Salas de Recurso Multifuncional. Esse atendimento constitui oferta obrigatória pelos sistemas de ensino para apoiar o desenvolvimento dos alunos público-alvo da educação especial, em todas as etapas. Os alunos são: 

  1. Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial;
  2. Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Ret, transtornos desintegrativo da infância(psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação;
  3. Alunos com altas habilidades / superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.

Atualmente, dez escolas municipais estão funcionando com o Atendimento Educacional Especial- AEE, com atendimento prioritário aos alunos da escola e abrindo vagas para alunos das escolas municipais do entorno.

Região de Justinópolis:

  • E.M. Hélia Matos Sartori
  • E.M. Julieta Tarciana
  • E.M. Vander de Abreu
  • E.M. Cora Coralina
  • E.M. Centro Solidário
  • E.M. Sebastião Gomes
  • E.M. Prof. Luiza Maria

Região Centro:

  • E.M. Cenira Juventina
  • E.M. Francisco Cândido da Silva
  • E.M. Luiza Augusta

O atendimento é realizado prioritariamente na sala de recurso multifuncional da própria escola, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns. A elaboração e execução do Plano de AEE são de competência dos professores que atuam nas salas de recursos multifuncionais, em articulação com os demais professores do ensino comum, com participação da família.

As salas possuem espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos.
Fonte Prefeitura de Ribeirao das Neves

Dia dos Pais 2011


Os pai são essenciais
para o bom funciomento da familia, Você Pai tem valor mesmo que digam que não, para seus filhos você é único e insubstituivel,  então seja um exemplo no trato e no amor, assim seus filhos serão melhores do que você jamais sonhou!!
Aos Pais de filhos especiais, não se esqueçam vocês também são especiais mesmo que seus filhos não lhe digam, Tenha sempre coragem e bom animo pois os filhos sempre valem a pena.
Feliz dia dos Pais.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Britanica Autistas conta detalhes intimos em seu trabalho

Caro leitor,
O texto abaixo foi extraído do site The Sun e foi traduzido com ajuda do Google Tradutor.

Shona Price, autista, deixa escapar detalhes íntimos no trabalho o que torna tornou difícil manter um emprego.
Shona é uma de meio milhão de pessoas no Reino Unido com autismo e ela nem sempre pode controlar o que ela diz.
Muitas vezes ela acaba compartilhando muitos detalhes sobre o que ela e seu companheiro fizeram entre quatro paredes, ou insulta seu chefe – o que muitas vezes faz com que abandone o trabalho antes de ser demitida.
Quando criança, ela tinha violentos acessos de raiva. Sua mãe achava que esse comportamento fazia parte de sua personalidade.
Price sabia que seu comportamento agitado era diferente das outras crianças. Na escola, ela era uma garota solitária e sempre em apuros.
Na escola secundária, Price desejava fazer amigos, mas não sabia como enturmar-se.
Ela sempre foi uma aluna brilhante. Aos 21, em uma disputa com mais de 1000 candidatos, conseguiu uma vaga em uma empresa muito conceituada. Mas nove meses depois,  foi demitida porque não se encaixava no perfil da empresa.
Atualmente ela é uma administradora de empresa de engenharia.
Até recentemente, as relações de Price com os homens tem sido desastrosas. Aos 16, tinha vários namorados na tentativa de construir sua autoestima. Segundo Price “Se tantos homens me queria, eu pensei, ‘Eu não posso ser tão ruim assim.’”
Aos 23 anos, Price se relacionou com um soldado de 19 anos. Eles se casaram, no entanto Price o traia e o tratava como uma criança, durante  sete anos juntos.
Nesta época Price possuía sete gatos, vinte e oito cobaias, cinco coelhos, duas chinchilas, mais de 50 peixes, cinco roedores e cinco hamsters. Muitas pessoas com autismo costumam colecionar coisas obsessivamente.
Seguindo o conselho de sua irmã Nicky, Price retornou ao seu médico e em 2005  foi finalmente diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo.
Price diz: “Tudo se encaixou eu não era uma pessoa ruim, eu tinha uma deficiência que tornou difícil me interagir socialmente e entender as emoções das pessoas…”
Desde o diagnóstico, Price tentou agir melhor com as pessoas,  mas ela ainda deixa escapar comentários impróprios.
A maior mudança em sua vida foi quando ela conheceu Martyn, 36, gerente de vendas, em agosto de 2009.
Ele pediu para que ela não contasse sobre sua vida amorosa no trabalho. No entanto no verão passado, em um churrasco, ela ainda disse a seus colegas detalhes sobre sua intimidade com Martyn. Martyn por sua vez,  ficou furioso no momento, mas ela insistiu que estava apenas tentando divertir e   fazer mais amigos. Ela acreditava que as pessoas achavam engraçado o que ela dizia,  mas Martyn disse que ficou embaraçado.
Apesar disso, ele não ficou perturbado com seu autismo – atualmente o casal está vivendo juntos em Hampshire e ficaram noivos recentemente.
Fonte:

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mãe que matou filho autista parecia oprimido em Maryland


The Associated Press



WASHINGTON - Ben Barnhard, 13, tinha ilusões perdido 45k, um feito para um menino que tinha suportado as provocações de seus colegas e se refugiou em seu quarto com seu gato de estimação preto, ou fazer origami
No entanto, um mês antes de voltar para a escola, a mãe do menino, Margaret psiquiatra Jensvold, foi morto por um tiro na cabeça e depois cometeu suicídio.
A polícia encontrou dois corpos na terça-feira nos quartos da casa eles viviam em Kensington, um subúrbio de Maryland superior subúrbio de classe média de Washington DC. A polícia também encontrou uma mensagem.
"A escola, eu não posso fazer nada com o sistema escolar" foram as palavras que começou a carta, disse Susan Slaughter, Jensvold irmã, disse à Associated Press.
"As dívidas estão me matando. I hang", a mensagem.
Os membros da família disse surpreso as duas mortes e disse que Jensvold foi cada vez mais tensa devido à sua dificuldade financeira e angústia das discussões que tive com as autoridades do sistema do condado de escolas públicas por causa da educação especial precisava de sua filho, que sofre de espectro do autismo.
Eles disseram que o distrito escolar, aparentemente porque ele acreditava que seu sistema foi adequado para a educação de Ben-havia se recusado a financiar a ajuda do menino para uma escola particular para alunos com necessidades especiais.
Jensvold não tinha dinheiro e não queria que seu filho de volta à escola pública em que dizer a família, ela foi duramente julgados e marginalizados e onde Ben estava sofrendo problemas.
"(Ela) teve uma grande pressão sobre eles", disse Slaughter. "É difícil ser uma mãe solteira em qualquer circunstância, mas é cansativo ter um filho com muitas necessidades. Então, tê-lo de forma inadequada na escola e brigas com sua escola, foi muito traumático", disse ele.
Em seu texto, Jensvold disse por que ele tirou a vida de seu filho.
"Ela disse na mensagem que as pessoas sabiam quando eram crianças seus pais cometeram suicídio. Para aquelas pessoas era difícil e traumática, e ela não queria que Ben", disse Slaughter.
"Isso é muito verdadeiro", disse ele. "Eu não acho que Ben tinha conseguido se recuperar da perda de sua mãe."
Traduzido do ESpanhol pelo Tradutor Google

CONVITE DOS AMIGOS DOS AUTISTAS DE MINAS GERAIS


Associação dos Amigos dos Autistas De Minas Gerais,

CONVIDA  à todos os Pais e Amigos dos Autistas que residem no estado de MG, para que possa se associar, para que  lutemos pelos direitos dos Autistas buscando ser uma canal para que nossos Autistas e suas familias possa ter apoio, orientação, e possam trocar experiência enriquecedoras.

Venha Lutar junto com agente. 

Unidos Podemos Muito Mais!!

Para se Associar mande um Email para:  jasdesouza@gmail.com que entraremos em contato com vc!!!

Os Autistas são nosso maior tesouro, e precisam de nosso AMOR.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

SP sempre sai na frente

Governo do Estado libera R$ 92,3 mi para atendimento a estudantes de APAEs e instituições filantrópicas


Investimentos são destinados ao aditamento dos convênios
entre a Secretaria de Estado da Educação e 301 instituições
assistenciais que atendem, juntas, cerca de 33 mil estudantes com
necessidades educacionais especiais em todo o Estado


O Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e o Secretário da Educação, Herman Voorwald assinaram nesta quinta-feira (27/01), o aditamento dos convênios firmados em 2010 entre a Secretaria de Estado da Educação e 301 instituições assistenciais responsáveis por educar crianças e adolescentes com deficiências graves e que não podem ser incluídas na rede regular de ensino. A iniciativa permitirá a continuidade da ação no exercício 2011 em todo o Estado de São Paulo e envolve investimentos de quase R$ 92,3 milhões. Os convênios prevêem repasse de verba às instituições para o atendimento de cerca de 33 mil alunos.

Os recursos vão auxiliar no pagamento de professores, diretores e coordenadores pedagógicos, além da manutenção das classes. Do total de instituições conveniadas, 260 são unidades da APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) e outras 41 são entidades assistenciais que também trabalham com alunos deficientes. Todas oferecem atendimento pedagógico e educacional em situações de deficiência motora, visual, mental ou auditiva, e também para alunos com autismo.

Capacitação e atendimento em Educação Especial

A rede estadual paulista é pioneira na oferta de atendimento educacional especializado a alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas públicas. No período de 2000 a 2010 foram capacitados 105.276 profissionais pelo Cape (Centro de Apoio Pedagógico Especializado), órgão da Secretaria de Estado da Educação responsável por promover cursos e orientações técnicas para profissionais da rede estadual de ensino, como supervisores, assistentes técnicos pedagógicos, professores coordenadores, professores especializados em Educação Especial, professores do ensino fundamental e médio. Eles vão atuar nos SAPES – Serviços de Apoio Pedagógico Especializado que têm previsão de atendimento a 14.101 alunos em 2011. Estes estudantes participam de aulas nas salas de recursos, classes especiais e hospitalares, por exemplo, promovidos exclusivamente pela SEE.

As instituições interessadas em firmar convênio com a Secretaria devem procurar as Diretorias de Ensino. As inscrições são abertas anualmente, no mês de outubro. Para que sejam selecionadas, as entidades precisam estar em dia com toda a documentação exigida no processo de seleção.
 
Fonte: http://www.apaeitabira.blogspot.com/

domingo, 7 de agosto de 2011

ESPORTES PARAOLIMPICO



» Notícias     Pela democracia do esporte

Para fomentar o esporte paraolímpico, o SESC Minas, em parceria com diversas instituições, realiza a 11ª edição dos Jogos Paradesportivos, que acontece de agosto a outubro, nos ginásios e quadras das instituições participantes.  As inscrições devem ser feitas nos dias 27 e 28 de junho, das 14 às 17h, no edifício sede do SESC (R. Tupinambás, 956 - 9º andar)
Em 2010, o evento esportivo contou com a participação de mais de mil atletas, de 35 entidades, que competiram em 12 modalidades. Para este ano, novas modalidades foram introduzidas com o intuito de incluir outros grupos de atletas, diversificando e ampliando o acesso a prática esportiva para as pessoas com deficiência.
Modalidades disputadas
Farão parte da competição as seguintes modalidades: bocha, judô, tênis de mesa, atletismo, goalball, futebol, futsal, queimada e natação. Quase todas as competições são disputadas nas categorias masculina e feminina, inclusive para deficientes visuais, auditivos, físicos e mentais.

Clique aqui e veja o calendário dos jogos
Clique aqui e veja o regulamento
Inscrições
Para participar, as escolas devem inscrever seus atletas nas modalidades desejadas, gratuitamente. O preenchimento da ficha de inscrição é obrigatório e deve obedecer a alguns critérios:

•Nas fichas de inscrição por modalidades é importante o preenchimento correto contendo o nome completo, idade, sexo do atleta, indicando as provas em que os atletas participarão;
•Também é importante o preenchimento do campo ?nº da carteira de identidade?, para que a organização do evento efetue o seguro dos atletas (caso o atleta não possua a carteira de identidade, a Gerência de Programas Comunitários poderá facilitar a confecção da mesma junto aos órgãos competentes bastando ligar para o número 3279-1442).
•Verifique também o correto preenchimento dos dados da escola ou entidade, pois assim o processo de comunicação entre o SESC e equipes ficará facilitado.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Uma cura para o autismo

Biólogo brasileiro testa remédio contra a doença, que pode ser consequência de um cérebro superativo

Saber mais sobre como os neurônios se comportam ao longo de nossa vida sempre fascinou o biólogo Alysson Muotri. Depois do doutorado em genética na USP e uma passagem por Harvard, Muotri passou seis anos no Instituto Salk, na Califórnia, que já abrigou prêmios Nobel como o inglês Francis Crick, um dos descobridores da estrutura do DNA. Nesse período, se aprofundou em como neurônios surgem no cérebro adulto. Os estudos na área o levariam a uma explicação inédita e uma possível cura para o autismo — que atinge uma a cada 110 crianças norte-americanas. “Conseguimos abalar um dos grandes dogmas da neurociência, aquele de que doenças mentais não têm cura.”
A grande revelação científica de Muotri, já professor do Departamento de Pediatria e Medicina Celular e Molecular da Universidade da Califórnia, foi descobrir que, em cérebros autistas, novos neurônios se formam com mais facilidade devido a uma mutação genética. Em pessoas comuns, o surgimento desses neurônios na fase adulta é possível porque nosso cérebro possui células-tronco (capazes de se diferenciar em diversas estruturas de nosso corpo) adormecidas. Quando estimuladas, por exemplo por novas experiências e aprendizados, elas se transformam em neurônios. “Isso acontece graças à ativação de determinadas sequências de genes, chamadas de elementos transponíveis.”
Na maioria das pessoas, exercitar a mente, seja lendo um livro, jogando xadrez ou aprendendo a tocar um instrumento, desperta os tais elementos transponíveis. Porém, os autistas não precisariam de tanto exercício. Segundo a pesquisa de Muotri, eles já possuem esse sistema naturalmente mais ativo do que gente saudável. Em tese, isso seria bom, já que um cérebro dinâmico pode gerar habilidades extraordinárias, como uma supermemória ou destreza em cálculos matemáticos. Mas isso também multiplica a chance de mutações que tornam os neurônios autistas defeituosos. Por exemplo, são menores e têm menos capacidade de completar sinapses, as regiões de comunicação entre as células cerebrais.
O pesquisador e sua equipe retiraram células da pele de pacientes autistas e saudáveis, depois fizeram com que elas voltassem a ser células-tronco e as submeteram a um ambiente similar ao do cérebro, usando vitaminais e sais minerais. “Assim, conseguimos que essas células se comportassem como neurônios”, diz Muotri. Acompanhando sua evolução, o grupo observou o surgimento dos defeitos nos neurônios autistas. Com o tempo, eles se atrofiavam. O passo seguinte foi testar várias substâncias para reverter o problema. Duas delas — o hormônio Insulin Grow Factor 1 (IGF1) e o antibiótico Gentamicina — provaram ser eficazes. “Em tese, curamos o autismo, mas ainda há vários testes para que essas drogas possam chegar ao mercado.”
Em caráter experimental, uma equipe de médicos do Children´s Hospital, em Boston, nos EUA, já usa as substâncias em um grupo de 10 crianças autistas. No entanto, os efeitos colaterais ainda não são completamente conhecidos. “Pode haver perda de memórias e até de conhecimentos adquiridos por conta da reconfiguração cerebral provocada pelos medicamentos”, diz Muotri. Se essas barreiras forem ultrapassadas, os autistas não devem ser os únicos beneficiados. “No futuro, talvez possamos ampliar a inteligência e a criatividade ao acelerar o desenvolvimento de neurônios em um cérebro adulto.”

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Projeto de Lei Pro Autismo em BH

CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE
PROJETO DE LEI
N°1794/11
Reconhece ,a pessoa com autismo
como pessoa com deficiência, para
fins da plena fruição dos direitos
previstos pela legislação do município
de
 
Art. 1° Para fins da plena fruição dos direitos previstos‘pela legislaçãb do Município de
Belo Horizonte, o Município reconhece a pessoa com diagnósticos de autismo como -
pessoa com deficiência.
§ 1° "Pessoa com deficiência" equivale ao termo "pessoa portadora de deficiência" ou
n
"deficiente" ou pesoa portadora de necesidades especiais", termos anteriormenteLa
usados pela legislação
a.
Art. 2° Em decorrência do reconhecimento efetivado por esta Lei, e em consonância comi
os objetivos da legislação vigente, dentre ela o disposto na lei 8007/2000 de BeloV.
Horizonte, é obrigatório para o Município:
I - manter, em diversas regiões do seu território, centros de
Saúde e Educação, com oferta de tratamento de pessoas com autismo;
II —realizar testes específicos gratuitos para diagnóstico precoce de autismo, preferenci-R
almente em crianças entre os t4 e 20 meses de idade;
III — disponibilizar todo o tratamento especializado para as pessoas já diagnosticadas.
Parágrafo único. A obrigação do Município poderá ser cumprida diretamente ou atreve
de convênio&
Art. r No âmbito de sua competência, o Município buscará formas de incentivar as
universidades sediadas em seu território, visando ao desenvolvimento de pesquisas e/ou •
projetos multidisciplinares com foco no autismo e na melhoria da qualidade de vida das
pessoas com o patologia.
Art. 5° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
atendimento integrado desi'
a
Belo Horizonte, 03 de io de 2011
:-
Vereador
nardo Matto PV
Papel reciclado adquirido no âmbito do programa "Responsabilidadg Ambientar' (Portaria n"10.74//07).
(Yve n I14
CÂMARA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE
JUSTIFICATIVA
O autismo é uma "inadequacidade" no desenvolvimento que se manifesta de maneira grave por toda
a vida. É incapacitante e aparece tipicamente nos três primeiros anos de vida. Acomete cerca de 20
entre cada 10 mil nascidos e é quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino. É
encontrado em todo o Mundo e em famílias de qualquer configuração racial, étnica e social Não se
conseguiu até agora provar qualquer causa psicológica no meio ambiente dessas crianças, que
possa causar a doença.
- .
Segundo a ASA
causados por disfunções físicas do cérebro, verificados pela anamnese ou presentes no'exame ou -
entrevista com o indivíduo. Incluem distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas,
sociais e lingüísticas; Apresentam-se nas reações anormais às sensações que afetam a visão,
audição; tato, dar, equilíbrio,,olfato, gustalpâo e maneira de manter o corpo; A fala e linduagem são
ausentes ou atrasadas, com ritmo imaturo da mesma e restrita compreensão de idéias. Também
pode se dar o uso,de palavras sem associação com o significado e relabionamento anormal com os
objetivos, eventos e pessoas. •
,
Ainda há Muitos conceitos ultrapassados, teorias errôneas, preconceitos e mitos sobre o tema.
É nossa intenção que todos possam olhar a pessoa com autismo com mais respeito, responsabilidade
e dinamismo, abrindo espaços, oferecendo oportunidades, proporcionando igualdade de
condições, dignidade e qualidade de vida.
Em Belo Horizonte a legislação destinada às pessoas' com deficiência não abrange o grupo das
pessoas
deficiência legislativa e oferecer as pessoas com autismo e as suas famílias as mesmas oportunidades
e direitos.
Devido à relevância e importância humanística do PL,, pedimos o apoio dos nobres pares para sua
-apyovação no parlamento municipal.

Vereador Leonardo Ma ttos - PV
(Autism Social), of American = Associação Americana de Autismo) os sintomas são-dom diagnóstico de autismo: É nossa intenção com a presente proposição sanar esta
Papel rendado adqufrido no âmbito do programa "ResponsabilidadoAmbiental" (Portaria C10.741107).
. Belo Horizonte.